Sobre nós

A reCloset nasce da vontade de fazer algo para um presente mais sustentável. Atentas a notícias sobre alterações climáticas, mas também sobre impacto social, fomos mudando comportamentos e procurando informação. Sempre na tentativa de fazer a nossa parte, contribuir com pouco que fosse.

Já existem muitas soluções mais sustentáveis e equilibradas na área alimentar, e foi por aí que começámos a nossa mudança. Chegadas à área da Moda, percebemos que não é fácil comprar moda second hand. E, mais, ainda é um pouco tabu. Como se comprar usado fosse fruto da necessidade, e não uma opção pessoal.

Foi a partir daí que criámos a reCloset.

Um mercado online onde se pode comprar e vender peças second hand, de forma simples. Mas também partilhar conhecimento que permita despertar mais consciências e combater o estigma de que comprar usado é só para quem precisa.

Velhos são os trapos, diz o povo. Nós dizemos que não há peças velhas… só peças com estórias.

Esperamos que gostem da nossa Estória e que façam parte dela!
Ana e Telma

 

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Entrega rápida

Peças variadas

Consumo sustentável

Vender

Destralhe de roupeiro

Apoio a projetos sociais

Nova vida a peças

Partilhar

Comunidade sustentável Partilha de ideias Compromisso com o futuro

Quem somos e as estórias das nossas peças

As peças que usamos fazem parte de nós, e ajudam a contar a nossa estória. Temos peças no nosso roupeiro, que não usamos, mas das quais não nos conseguimos desfazer, por um motivo ou por outro. Na verdade, essa peça faz-nos recordar algo importante, como o faz uma fotografia ou vídeo.

Partilhar estórias das nossas peças é também o objetivo da reCloset. Para nova vida às peças, com novas estórias. 

Ana Lopes

Sou a Ana, nasci em 76 em Lisboa e cresci em Oeiras. Como em muitas famílias na altura, sempre herdei roupa da minha irmã mais velha, que passava depois para as minhas primas mais novas. A minha Mãe, modista de profissão, sempre aproveitou tecidos – para fazer guardanapos, panos de limpeza ou sacos do pão. Cresci rodeada dessa realidade, e não lhe dava valor, querendo antes comprar roupa da moda, nas lojas da altura.

Comecei a despertar de forma muito lenta para as questões da sustentabilidade ambiental.

Comecei a ganhar uma consciência, sem dar conta disso. Aos poucos, fui descobrindo pessoas inspiradoras, vendo documentários e descobrindo novas formas de pensar, que cada vez me faziam mais sentido.

 

 

A par disso, fui mudando comportamentos.

Com essa consciência, foi crescendo uma vontade de fazer algo mais ativo, de apresentar soluções que ajudem outros a ter um comportamento mais sustentável.

A reCloset surge como uma consequência dessa vontade, como um projeto que pretende ajudar a quebrar estigmas associados a comprar moda second hand, apresentar alternativas e contribuir para o debate da Comunidade sustentável.

Um chapéu que transporta para as férias

Comprei este chapéu teria uns 16 anos, num centro comercial em Lisboa. Andou comigo em férias de verão, pela Costa Vicentina e pela Costa da Prata, com amigos, em férias livres e sem compromissos.

Durante anos ficou perdido no fundo de uma gaveta, até que o reencontrei e voltei a usar. Passou a ser o chapéu oficial da praia, perfeito porque encaixa bem na cabeça e tem uma aba que protege o rosto do sol. E porque usá-lo me faz lembrar as férias de verão com amigos, livres e sem compromissos.

Telma Santos

Olá, eu sou a Telma e tenho 42 anos. Tive a sorte de encontrar na vida pessoas que me levaram a aprofundar os temas da sustentabilidade e resiliência das comunidades. Tudo começou com a Iniciativa de Transição em Telheiras em 2010 e, até hoje, nunca mais parei de querer saber mais e de mudar o estilo de vida um bocadinho todos os dias.

Às vezes, as alterações são pequenas, outras vezes têm um impacto maior.

Mas tentamos (falo no plural porque é uma vivência familiar) que as nossas ações tenham o menor impacto ambiental possivel. Para que o nosso planeta, que é a nossa casa, não note muito que por cá andamos. E, se notar, que seja pela positiva!

 A reCloset surgiu à mesa de um restaurante sustentável, numa conversa dominada pelas preocupações com o mundo, o ambiente, a sociedade, a educação das próximas gerações e a urgência de fazer algo que ajude a sociedade a mudar e a transitar. Para mim este projeto faz todo o sentido, por conectar todos os pontos, por mostrar que todos estamos ligados e que uma vida mais sustentável passa por muitas decisões.

 

A maioria delas são muito simples e vão desde aquilo que comemos, passando pelo meio de transporte que utilizamos, até à forma como nos vestimos. Em todos os momentos da vida podemos decidir ser mais sustentáveis.

A reCloset tentará sempre ser uma janela que ajude a conseguir ter esse estilo de vida.

Um vestido dos tempos de caloira

Como muitos jovens do nosso país, tive que sair da minha terra para vir morar para Lisboa, quando entrei na Universidade. Nessa altura, vi um vestido muito curtinho numa loja e, apesar do orçamento ser reduzido, decidi entrar e comprá-lo.

Corria o ano de 1997 e estávamos a meio da primeira época de exames. O vestido foi usado em muitos verões a seguir a esse. Mais tarde, foi colocado de lado porque era de facto muito curto, e nem sempre a forma em que estou me permite usar peças tão arriscadas.

Depois engravidei e o vestido serviu muito bem como túnica. Depois disso também serviu de camisa de noite. E, neste momento, muito graças ao teletrabalho, voltou a servir de vestido de verão.

Não sei que mais utilizações terá, mas até agora, está a saber reinventar-se muito bem! De cada vez que o visto, recordo aquela caloira numa cidade nova que se espantava com tantas coisas… e que ainda se continua a espantar!

Não vives sem tshirts?

Há para todos os estilos

Básico mais básico não há

E então?

Atrevidos, formais ou descontraídos

Queremos todos!